"POR ISSO QUE O BRASIL É ASSIM"

DEPOIS DE MAIS DE UM ANO PARADO, RESOLVI RETOMAR AS POSTAGENS DO BLOG NESTE COMEÇO DE 2012. SEI QUE A MAIORIA DOS QUE SEGUIAM E LIAM O BLOG SE FORAM, MAS ESPERO CONSEGUIR NOVOS LEITORES E QUEM SABE RECUPERAR ALGUNS QUE JÁ PASSARAM POR AQUI. 


BOA LEITURA E NÃO SE ESQUEÇA DE DIZER O QUE PENSA A RESPEITO!


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Se tem algo que me irrita é ler alguém reclamando de algo e atribuindo a este fator que se está reclamando aos problemas do nosso país. Exemplo: 
 
É postado um Funk com um conteúdo muito vulgar e repetitivo ou qualquer Axé para o carnaval no Youtube. Nos comentários se observa frases como "Por isso que o Brasil é uma merda". Como se aquela música específica fosse a causa de qualquer problema, como falta de educação, saneamento, saúde, segurança... Ou então qualquer comentário sobre um erro de arbitragem em um jogo de futebol: "A mídia esconde isso e trata como chororô. Isso aqui é Brasil, é assim mesmo". Ou mesmo criticando algum programa na TV: "Por causa de pessoas assistindo BBB que o Brasil não vai pra frente".
 
Perceberam? Usam problemas sociais do país como bode expiatório para se dizer com razão ao não gostar de algo. Para dizer "eu tenho um bom argumento em não gostar disso". 
 
Não quero obrigar ninguém a gostar de X ou Y, cada um tem seu gosto, é algo completamente particular e cabe a cada um determinar o que é bom ou ruim para si próprio. Agora, o RESPEITO é algo que deveria ser mais do que uma obrigação, deveria ser algo que nem precisasse entrar em questão, pois seria de senso comum. Mas não... Vamos criticar algo que não gostamos só porque tem gente que gosta e faz sucesso. De preferência, se fizer muito sucesso, podemos chamar quem gosta de modinha. E melhor ainda, vamos expor problemas sociais SEM QUALQUER LIGAÇÃO com aquilo como se fossem resultado disso que não gostamos. 
 
Por favor, onde que eu gostar de um Axé faz do Brasil um país com péssima distribuição de renda? Onde eu assistir BBB faz com que o Brasil deixe de ter um programa de saúde de qualidade? Não faz sentido. ENTRETENIMENTO não é a causa dos problemas do país.
 
Podem usar como argumento o fato de que, ao gostarmos de ver um programa na TV, não lutamos por nossos direitos contra políticos incompetentes. Sim, concordo que deveríamos ser mais ativos nessa questão política, porém não é cancelando o BBB que vai fazer o povo ir às ruas protestar. Não é acabando com o Funk que todos vão começar a ler a legislação brasileira e notar que temos direitos. Não é cancelando programas de humor que tem mulheres seminuas que o povo vai reclamar dos altos impostos cobrados. As pessoas que reclamam disso tudo podem até ter boas intenções. Mas, como dizem, de boas intenções o inferno está cheio. De que adianta boas intenções se o que tanto lutam, caso fosse conquistado, não mudaria nada? 
 
Sabe por que nosso país não vai pra frente? Porque os nossos revolucionários gastam energia, tempo e horas de argumentação PELAS CAUSAS ERRADAS. Pelas coisas mais banais que existem. Há um mês atrás parecia que iriam para as ruas protestar porque uma frase ficou muito famosa. Sabe como eles faziam para que ela parasse de ser propagada? Falando nela a todo tempo e criticando quem gostava de falar isso porque tinha achado graça. Gastando horas de debates para dizer como a frase era sem graça e quem gosta é fútil. Só porque não a acharam engraçada. A frase morreu, já não tem mais graça e todo mundo parou de falar. E aí? O país já é de primeiro mundo agora? Já pagamos impostos condizentes com a realidade dos nossos salários? Já temos um sistema de saúde e de educação públicos de qualidade? E se acabarem com o BBB? E se começarem a escutar Beatles, Ramones, Legião e Barão Vermelho? Teremos tudo isso? BURROS! Parem de criticar o que não está errado. Parem de tratar a consequência como causa.
 
Ao invés de terem como temas de discussão se BBB acrescenta algo ou não, falem qual nova lei absurda está para ser aprovada na Câmara, deem dicas de quais deputados e senadores estão fazendo um bom trabalho, peguem como referência o quanto de impostos é cobrado nos países de primeiro mundo, o que precisa-se fazer para termos um melhor PIB e IDH no país. ISSO É CONSTRUTIVO. ISSO É UMA BOA CAUSA A SE LUTAR. ISSO PODE FAZER A DIFERENÇA! Mas aposto que a maioria dos pseudo-cultos e pseudo-revolucionários de plantão não sabem nem 10% disso. Afinal, qual a graça de se pesquisar critérios de avaliação de IDH se eu posso criticar a bunda que está aparecendo naquele programa? Pra que saber da vida política do cara da sua cidade se eu posso ficar indo ver vídeos de Funk no Youtube e fingir que me importo com o país, não é? 
 
Muito melhor é criticar o gosto alheio e pagar de culto. E daí que o cara chegou estressado no trabalho e só quer ver um programa de humor para relaxar? Eu vou é criticar ele e julgá-lo até não poder mais por estar vendo algo que eu não gosto. Assim eu alimento meu ego e me sinto inteligente. E melhor ainda porque tem mané que vai na minha e daí é que eu me sinto inteligente mesmo, com um forte poder de persuasão. PORRA!
 
No final, a culpa do "Brasil não ir pra frente" é justamente desses revoltadinhos que acham que sabem o que é o mundo. Enquanto você criticar a música que é feita para diversão-pegação, o Brasil vai continuar tendo POUQUÍSSIMOS ricos e MILHÕES de pobres devido a péssima distribuição de renda. Enquanto você fala mal de uma frase, o país vai continuar com os preços dos produtos acima da inflação. Enquanto você falar que quem não escuta Rock não tem cultura, vai ter um político na sua cidade desviando seus impostos ou dos seus responsáveis lá no gabinete dele.
 
PARE E RACIOCINE DE VERDADE UMA VEZ NA VIDA. SE FUNK, AXÉ, PAGODE, BBB, PÂNICO OU QUALQUER OUTRA MERDA FÚTIL ACABAR, O BRASIL VAI DEIXAR DE SER O QUE É? OU SIMPLESMENTE VAI TER MAIS 500 COISAS QUE VOCÊ NÃO GOSTA PRA ATRIBUIR A CULPA DO NOSSO PAÍS "NÃO IR PRA FRENTE"? FAÇA ALGO DE ÚTIL. LUTE PELAS CAUSAS CERTAS!!!

INTERATIVIDADE

“Uma pesquisa da Root Learning demonstrou que as pessoas lembram apenas de 10% do que lêem, 50% do que vêem ou ouvem e lembram de até 90% daquilo que interagem”




A interatividade hoje em dia é algo fundamental. Com o surgimento da internet, as pessoas deixaram de apenas ler, ouvir e ver para também criar, participar, interagir. Não me admira que os estudos mostrem esses dados. Afinal, se você apenas lê algo, dentro de um universo de milhões de textos que você lê por dia, o que aquilo terá de tão especial para lhe fazer recordar? Da mesma forma, uma imagem ou um som até chamam mais a atenção, porém, com o tempo, caem no esquecimento também. Porque no mesmo universo existem milhões de outras imagens e sons. Mas já quando se participa, é quase impossível esquecer, pois nós estamos sempre à procura do que terá a melhor qualidade e que melhor se adéque aos nossos gostos e necessidades. Portanto, quando nós ajudamos a criar determinado produto, texto, imagem etc, fica exatamente como queremos (ou o mais próximo disso), de como gostaríamos que fosse, e pelo menos, para nós, fica o melhor produto possível. Isso dá uma sensação de orgulho muito grande de si mesmo, pois você ajudou a construir algo de qualidade. Por isso sempre será lembrado. A pessoa se sente responsável por aquilo e vai querer mostrar aos outros, e provar a si mesmo de que é capaz. A interatividade também permite que se façam novas amizades, que se conheçam pessoas com gostos, sonhos e objetivos parecidos com os seus, o que permite horas de conversa, entretenimento e é extremamente agradável, pois é um trabalho de equipe onde todos se beneficiam e interagem. Eu não vejo mais o mundo sem a interatividade que a internet proporcionou, pois as pessoas já se sentem responsáveis por procurar o melhor conteúdo possível e ajudar, nem que sejam com comentários, de como melhorá-lo cada vez mais.

COMO SERÁ MEU FIM? Parte 7

Finalmente, a história de Alexandre em seu desfecho.
Confira a última parte.

Se você ainda não conhece a história, acompanhe as partes anteriores. Garanto que não se arrependerá!


Último trecho da parte anterior.

"E foi o primeiro livro onde Alexandre escreve um “felizes para sempre”. Ele enviou para uma editora de livros inglesa que admirada com a história, a publicou e virou um sucesso. Uma das exigências de Alexandre era que na primeira página tivesse uma dedicatória com os seguintes dizeres, em inglês, obviamente: “Dedico este livro à Emily. A mulher que mais amei nesta vida e que jamais esquecerei. Não sei onde você está, mas saiba que jamais te esquecerei. Por você, mudei o modo de enxergar a vida. Se vir isso, você sabe onde estarei todos os dias te aguardando, até que você apareça.” Ele se referia à lanchonete da qual ela foi despedida."


PS: Imagens meramente ilustrativas

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Alexandre ia todos os dias e ficava o dia todo aguardando ver Emily, infelizmente sem sucesso. Seguiu essa rotina por mais de dois meses. Após desistir de encontrá-la, ele compra uma passagem para o Brasil. O hotel onde ele estava hospedado era em frente à lanchonete e ele foi lá fazer uma última visita ao estabelecimento que lhe proporcionou conhecer alguém inesquecível. Viu tudo, Emily não estava lá. Ele, então pegou um táxi, para ir ao aeroporto. Vinte minutos após sua saída, aparece uma mulher pobre, mal vestida e suja. Era Emily. Ela não havia conseguido arranjar mais nenhum emprego e não tinha visto o livro de Alexandre até aquele dia, pois não tinha como comprá-lo. Ela, desesperada, pergunta à antiga colega de trabalho se Alexandre tinha aparecido por lá. Ela disse que todos os dias nos últimos dois meses, mas que naquele dia estava voltando ao Brasil. Ela perguntou quando Alexandre saiu, e ela dizendo que tinha ido ao aeroporto há 20 minutos. Emily corre, não tinha dinheiro para pagar a passagem de um ônibus ou táxi. Mas ela chama um táxi mesmo assim. Incrivelmente ele para, mesmo vendo o estado da moça, pergunta se ela tinha condições de pagar. Ela mente e diz que sim e pede para ir ao aeroporto. Ele a leva para lá. Ao chegar, ela agradece o taxista e sai correndo, sem pagar a passagem. Ele grita com ela e tenta correr atrás, mas ele era obeso e a perde de vista rapidamente. Dentro do aeroporto ela é barrada por seus trajes. Mas dali consegue ver Alexandre falando ao celular. Ela grita, com todas as forças, mas ele não a escuta e vai saindo de vista dela. Ela implora para entrar, porém os seguranças não deixam. Ela, então aborda uma pessoa na rua e pede seu celular emprestado. Ela jura que não iria roubá-lo, até porque estavam cercados por seguranças. Mesmo assim, muitas pessoas se recusam, até uma velha senhora, altruísta, emprestar o celular à moça. Ela liga para o celular de Alexandre. Ele ao atender, pergunta quem é. Emily desesperada diz para ele ir para fora do aeroporto. Ele pergunta quem estava falando, mas justo na hora que ela iria falar, os créditos do celular da senhora acabam. Ela revoltada, não sabe o que fazer, começa a pedir o celular a diversas pessoas, mas ninguém mais aceita. Alexandre fica curioso e assustado, não havia reconhecido a voz dela, e estava com medo de ser uma armadilha, então prefere continuar no aeroporto. Ela, então sai correndo para dentro do aeroporto. Mais rápido que a reação dos seguranças, que não conseguiram detê-la. Ela corre desesperadamente, para evitar ser capturada, mas não consegue achar Alexandre. Então, ela vai até o portão de embarque, e se esconde. Mesmo assim, os seguranças a encontram, e vão levá-la para o setor da segurança dentro do aeroporto. Ela começa a gritar e se contorcer muito, chamando a atenção de todos dentro do aeroporto. Inclusive de Alexandre, que a reconhece. Vendo isso, ele os segue. E avisa aos seguranças que a conhecia. Eles mandam eles entrarem pra prestar declarações. Ao ser perguntada sobre a história toda, Emily conta que não era nenhuma maluca nem uma assaltante, mas que apenas queria encontrar Alexandre, e que ela não era permitida de entrar no local. Alexandre se apresenta, dizendo-se que era o autor do livro mais lido das últimas semanas e garante que Emily é uma pessoa decente e fez isso por medidas drástica. Ele lhe garante que isso não tornaria a acontecer. O delegado, então, pede que eles assinem um acordo de que caso isso voltasse a acontecer, ela seria presa e jamais poderia botar os pés no aeroporto. Eles concordam e são liberados.


Então, ambos se encontram novamente. Ele adia sua viagem e a leva para seu hotel. Lá eles conversam e explicam o que aconteceu um com o outro. Emily explica que após ele ir embora, seu patrão cansado de seus acidentes a demitiu, ela não conseguiu arranjar mais nenhum emprego e foi despejada de sua casa. Sua mãe, sabendo dessa história, não suportou e acabou falecendo. E seus irmãos não a socorreram, pois diziam que a culpa da morte de sua mãe era dela. Ela estava vivendo de favor na casa de uma amiga por um tempo, mas depois não teve onde ficar, e que não tinha como ter conhecimento do livro que ele publicara. Mas viu em uma televisão em um bar a notícia que dizia sobre o livro de Alexandre, falando um pouco sobre o autor e de sua dedicatória. Ela tomou conhecimento disso e foi procurá-lo na cafeteria, mas não o encontrou mais.

Eles, então ficam juntos, matam a saudade e depois de uma semana viajam de volta para o Brasil. Acabam se casando, e Alexandre fez a continuação do que era sua história mais criticada, onde os personagens acabavam se achando e ficando juntos. Alexandre perdeu diversos fãs que o amavam por sua característica de finais trágicos, mas sua história envolveu tanto, que muito mais pessoas leram, ele faturou muito mais e finalmente estava realizado financeiramente e pessoalmente. Acabou tendo um filho com Emily. Não teve um “felizes para sempre”, afinal, ninguém é sempre feliz. Também não teve um final trágico, afinal, ninguém apenas sofre. Viveu como todas as pessoas, com bons e maus momentos, brigas e reconciliações, estresses e nostalgias. Alexandre morreu aos 82 anos, vítima de Alzheimer. Ele, anos antes de sua morte, esqueceu-se de tudo que havia vivido, porém, minutos antes de morrer, lembrou das coisas mais marcantes de sua vida: seu filho e o amor de Emily. Alexandre morreu se sentindo realizado E FELIZ.


FIM.

COMO SERÁ MEU FIM? Parte 6

Penúltima parte da história de Alexandre. Acompanhe também as partes anteriores. Não se arrependerá.



Último trecho da parte anterior.

O amor de Emily era tanto que o escritor estava estendendo mais sua história, a mais feliz que ele já criara. Porém, suas férias estavam terminando, já que a editora havia dado um prazo de entrega. E ele precisava assinar certos documentos, e que só poderiam ser feitos no Brasil.

PS: Imagens meramente ilustrativas.

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Mas ele não queria deixar Emily. Alexandre, então a convida a ir morar com ele. Ela fica lisonjeada e gostaria muito, porém tinha que tomar conta de sua mãe que já tinha idade e seus outros irmãos não se importavam muito com ela. Ele realmente fica triste com isso, mas ainda não tinha certeza do que sentia para poder largar tudo e ficar permanentemente por lá. Então, volta ao Brasil. No meio da viagem, termina sua história. Ele não queria matar seu personagem desta vez, então apenas escreve que a arqueóloga termina seu trabalho e não poderia ficar junto do aventureiro, fazendo com que ele se decepcionasse e tentasse se suicidar, porém é impedido por seus amigos e termina tentando achá-la por todos os cantos do mundo, sem sucesso. A produtora aceita e publica seu livro.
Após 2 meses, a crítica em cima do livro é dura, pois a história não condizia com que Alexandre costumava escrever, e não estava satisfazendo nem seus fãs que gostavam de seus finais trágicos, nem outros leitores que gostavam de finais felizes. Foi o livro menos vendido, fazendo com que ele perdesse credibilidade e dinheiro. Sua editora rescindiu seu contrato e Alexandre não tinha mais motivação de continuar histórias.
Então, ele resolve viajar novamente para a Inglaterra. A primeira coisa que faz é procurar por Emily na lanchonete. Porém, para sua surpresa, ela havia sido demitida. Ele foi até sua casa, e descobre que desde que havia sido demitida foi despejada por não pagar o aluguel e ninguém sabia por onde ela andava. Alexandre estava desesperado, queria encontrar Emily e estava preocupado. A procura por todos os cantos da cidade, nos lugares mais pobres, mas não a encontra em lugar nenhum. Ele estava praticamente desistindo e voltando ao Brasil, conformado que seria apenas uma aventura de férias da qual ele jamais iria se esquecer. Porém, ele teve uma ideia. Escreveu seu livro recente, do qual foi severamente criticado em uma versão em inglês e com um final totalmente diferente: onde o aventureiro vai a procura da arqueóloga por toda parte do mundo e não a encontra. Após dois anos de procura, ele volta para casa, onde descobre que a arqueóloga havia se mudado para sua cidade, por causa dele, e estava a sua espera por todo esse tempo, sem saber por onde ele andava. No final ficam juntos. E foi o primeiro livro onde Alexandre escreve um “felizes para sempre”. Ele enviou para uma editora de livros inglesa que admirada com a história, a publicou e virou um sucesso. Uma das exigências de Alexandre era que na primeira página tivesse uma dedicatória com os seguintes dizeres, em inglês, obviamente: “Dedico este livro à Emily. A mulher que mais amei nesta vida e que jamais esquecerei. Não sei onde você está, mas saiba que jamais te esquecerei. Por você, mudei o modo de enxergar a vida. Se vir isso, você sabe onde estarei todos os dias te aguardando, até que você apareça.” Ele se referia à lanchonete da qual ela foi despedida.



Continua...

POR QUE AS PESSOAS FUMAM?

Eu sempre me perguntei isso, e para ser sincero, nunca consegui entender o motivo das pessoas fumarem.
Elas têm diversos motivos para não fumar. Afetam diretamente sua saúde e a de quem convive com você. Quem fuma, em geral, vive menos. Não é agradável seu cheiro, a fumaça, além de causar dependência, ou seja, você perde a sua liberdade de escolha.

Claro que o fumante dirá “se eu quiser, eu paro”, mas para quem já é viciado, fica apenas nas palavras, pois se você o desafiar a ficar dias sem fumar, ele não conseguirá.

Geralmente, as pessoas começam a fumar na adolescência, na época rebelde, onde se quer independência e se fazer o que quiser.

Com a influência dos “amigos”, que sempre dizem que é ótimo, te faz bem, que relaxa etc, as pessoas, só para não se sentirem rejeitadas, com medo de que ao recusar seriam tachadas de “chato”, “careta”, “bobão”, “cabaço”, entre outros, aceita e começa a fumar, sem nem saber o que está fazendo.














Com o tempo fica dependente e não larga o vício.
Afeta seus pulmões, causa impotência, câncer de boca, câncer de pele, perda de cabelo, catarata etc.



















Vale à pena? Você relaxa temporariamente, mas fumar não vai resolver seus problemas, eles continuarão lá até que você os resolva. Fumar não é a solução, é apenas mais um problema a longo prazo.



















Não tenha medo de rejeição destes “amigos”. Se forem realmente seus amigos, lhe entenderão, respeitarão sua decisão e não insistirão. Você não precisa ficar fazendo os gostos deles para ser uma pessoa legal. Se ao recusar, eles se afastarem de você, dê graças a DEUS, pois essas pessoas iriam apenas te levar a própria destruição.

Pior é para quem faz isso apenas porque acha que fica mais atraente, por apenas estar com o cigarro na boca. “Sou foda, vou pegar um cigarrinho aqui pra chamar a atenção daquela garota”. Não vai, cara. Tuas atitudes é que vão. Tendo um bom papo, estando bem vestido, mostrando segurança, isso sim irá conquistá-la. Não é o cigarro que vai te deixar mais atraente (pode até deixar para algumas, mas se você não tiver nenhum dos outros quesitos acima, o cigarro não vai te ajudar em nada).

E como já dito, a maioria que começa na adolescência é pra se sentir mais livre. Mas, faço um desafio (aos viciados, que não admitem seu vício): fique uma semana sem fumar, mesmo tendo vontade, seja mais forte. A maioria não iria conseguir, porque já é DEPENDENTE. Onde está a liberdade disso? Onde que você se sente livre? Você, na verdade, está mais preso do que nunca.





Pense nisso...

Procure ajuda, tente melhorar isso. Há, hoje em dia, gomas de mascar que substituem o cigarro, aliviando a vontade de fumar, e reduzindo aos poucos sua dependência. Mas cuidado com elas, para não se tornar dependente das mesmas (pois há nelas pequenas gramas de nicotina, que são o que fazem você não sentir a falta do cigarro).

Veja este site
http://www.comoparardefumar.com.br/




















E veja este vídeo dos Vagazoides sobre cigarro.


ACHE OUTROS MEIOS DE RELAXAR, QUE FAÇAM BEM A SAÚDE, QUE NÃO LHE PREJUDIQUEM, E VOCÊ SEJA MAIS FELIZ.

“Errar é humano. Persistir no erro é burrice”
Autor desconhecido

USE FILTRO SOLAR

Este é um vídeo de 7 minutos e 23 segundos.

Estou ciente de o quanto a internet hoje em dia é dinâmica e que 7 minutos para se assistir a um vídeo é uma "eternidade".

MAS EU GARANTO!!! NÃO SERÁ TEMPO PERDIDO!!!

Eu peço que dê apenas uma chance e comece a assistir, que tenho certeza de que não irá se arrepender e assistirá até o final com gosto.


Você irá gastar 7 minutos assistindo este vídeo, mas em troca, receberá lições para a vida toda e, se seguidas, farão de você uma pessoa muito melhor e mais feliz.


Não deixe para depois lições como estas. Se levadas a sério, mudarão bastante sua vida, para melhor. Assista!






"Wear Sunscreen (em português Use filtro solar) é o nome comum de uma obra chamada "Advice, like youth, probably just wasted on the young" escrita por Mary Schmich e publicada no Chicago Tribune como uma coluna em 1997.

A forma mais conhecida da obra é uma música gravada em 1999 por Baz Luhrmann. No mesmo ano a agência de publicidade DDB produziu um vídeo com o single. Tal vídeo pode ser encontrado em muitos sites de compartilhamento de vídeos como o YouTube."

Fonte: Wikipédia

COMO SERÁ MEU FIM? Parte 5

Mais uma parte da história de Alexandre, agora perto de seu desfecho.

Confira o último trecho da parte anterior.

"Criou o livro “A depressão que me consome” e foi um sucesso. Milhares de vendas e muito dinheiro. Alexandre se tornou independente. Comprou uma casa e continuou sua carreira, e a cada livro novo vendendo mais do que o anterior. Às vezes, ele fazia continuações de antigos livros onde o protagonista morria, mas algum coadjuvante tinha um final feliz. Então, Alexandre continuava a história do antigo coadjuvante e agora novo protagonista, onde seu final também terminava de forma ruim. Ele nunca viu o lado belo da vida, o olhar para frente e continuar sonhando."



PS: Imagens meramente ilustrativas.

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Financeiramente, ele era realizado, nada mais lhe faltava, mas ele continuava infeliz. Praticamente não tinha amigos, e os poucos que tinha eram na verdade fãs interessados em seu dinheiro. E ele tinha consciência disso. Cansado desta situação, em suas férias, decidiu viver novas experiências. Foi viajar para a Europa, mais precisamente para a Inglaterra. Conheceu pontos turísticos, saía todo dia e escrevia em uma espécie de diário tudo que vivia naqueles dias. Ele até gostava de lá, mas se sentia solitário. Lá na Inglaterra teve a ideia para um novo livro. De um viajante atrás de novas aventuras e que se apaixonava por uma arqueóloga inglesa no Egito. Ele já tinha a ideia do final, onde o rapaz morreria perdido dentro de uma das pirâmides. Estava construindo o desenvolvimento ainda, mas não tinha ideias de como ele conheceria a arqueóloga. Então foi para uma lanchonete tomar um café e ver se pensava em algo. Lá, ele se admirou com a beleza de uma garçonete, que aparentava ter uns 25 anos, muito bonita e que lembrava demais a única mulher que ele amou: Camila. Ele sabia falar inglês fluentemente e pergunta à garçonete seu nome, ela responde: Emily. Ele estava encantado com ela, porém não queria se iludir novamente, então apenas paga a conta e sai admirado e pensando em voltar lá no dia seguinte. A beleza de Emily o encantou a tal ponto que, em sua história, começou a escrever com mais felicidade, dando momentos mais felizes ao personagem, como mais tempo junto com seu amor. Mas, sua característica ia prevalecer. No dia seguinte, ele voltou lá, e ficou o tempo todo admirando a garçonete, que era um pouco desastrada e derrubava algumas coisas, às vezes. Alexandre estava com seu notebook na cafeteria, então ficava o dia inteiro lá, dizendo que estava ali para escrever sua história. Ele realmente fazia isso, mas o real motivo era ver Emily. Sua admiração era tanta que descrevia perfeitamente as características de Emily na arqueóloga de sua história, até mesmo o fato de ser um pouco atrapalhada. Alexandre convida Emily a ler um trecho de sua história (usando um tradutor) e pergunta o que ela achava. Ela fica admirada com a história e diz que queria saber mais sobre isso. Ele, então, a chama para sair, assim ele explicaria melhor sobre sua profissão e suas histórias. Ela aceita, já que estava admirada com a beleza da história que ele estava escrevendo. No jantar, quando ele lê a parte que descreve a arqueóloga (inclusive onde ele dizia que era uma das mulheres mais lindas que já existira), Emily comenta onde ele achou inspiração para tais descrições. Alexandre é sincero e diz que vinha dela. Emily agradece, um pouco constrangida, e começa a se interessar mais pelo escritor. Após o jantar, ele a leva para casa, com eles caminhando enquanto conversavam. A cada palavra que ele dizia Emily ficava mais admirada com Alexandre. E ele, pela primeira vez, desde que havia conhecido Camila, tinha esperanças de que poderia ser feliz. Depois de três dias em que ele foi visitá-la na lanchonete, ela pergunta o que o faz ser um cliente tão fiel. Ele diz que porque em nenhum outro lugar do mundo, encontraria alguém como ela. Ela começa a se apaixonar por ele, e ele já não conseguia mais ficar sem vê-la. Depois de um tempo começam a namorar. Alexandre sentiu algo que nunca havia sentido na vida: estava se sentindo amado. O amor de Emily era tanto que o escritor estava estendendo mais sua história, a mais feliz que ele já criara. Porém, suas férias estavam terminando, já que a editora havia dado um prazo de entrega. E ele precisava assinar certos documentos, e que só poderiam ser feitos no Brasil.

Continua...

FRASES MOTIVACIONAIS

Quem nunca se encontrou em momentos de dificuldade durante a vida?

Muitas vezes, quando esbarramos em dificuldades, pensamos em desistir de tudo e tentar outra coisa.

Várias vezes entramos em depressão, perdemos o amor próprio e nos odiamos e odiamos tudo a nossa volta.





Esta postagem é para quem já passou por isso, está passando, ou caso passe possa ver que desistir JAMAIS será a solução.

Aqui estão 15 frases motivacionais para estes momentos. LUTE SEMPRE E VIVA AS COISAS SIMPLES DA VIDA.

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“Por mais que sua vida esteja difícil, cercada de problemas e dificuldades, jamais desista dela. Você já competiu contra milhões de espermatozóides e venceu uma batalha árdua e praticamente impossível apenas para estar vivo. Não jogue fora este prêmio que foi fruto de tanto esforço.”

Rafael Leon


“Quando vencemos com muita facilidade, o sabor da vitória não é tão agradável quanto quando enfrentamos grandes adversários e mostramos nossa capacidade.”

Rafael Leon


“O que é melhor? A esperança da vitória ou a certeza da derrota?”

Rafael Leon


“Acabe com o sofrimento antes que ele acabe com você.”

Rafael Leon


“Há quem reclame das dificuldades. Eu não. Eu vejo nas dificuldades, uma forma de demonstrar minha força de vontade e de superação. Quando superamos as dificuldades, temos um orgulho muito grande de nós mesmos. As dificuldades são fundamentais em nossa vida, para nosso crescimento como pessoas, e, uma vez superadas, nos faz muito mais felizes.”

Rafael Leon


“É necessário sempre acreditar que o sonho é possível. Que o céu é o limite, e você, “truta” é imbatível. Que o tempo ruim vai passar. É só uma fase. Que o sofrimento alimenta mais a sua coragem. Que a sua família precisa de você: lado a lado se ganhar, pra te apoiar se perder.”

Trecho da música A Vida é Desafio – Racionais MC’s


“A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem para em qualquer topada.”

Bob Marley



“Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais”

Bob Marley


“Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos!”

Bob Marley


“Todos caem, mas apenas os fracos continuam no chão...”

Bob Marley


“No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade.”

Albert Einstein


“Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos.”

Albert Einstein


“Passei a vida tentando corrigir os erros que cometi na minha ânsia de acertar.”

Clarice Lispector


“Quem não estima a vida não a merece.”

Leonardo da Vinci


“Assim como um dia bem aproveitado proporciona um bom sono, uma vida bem vivida proporciona uma boa morte.”

Leonardo da Vinci

SEGUNDO SELO


Em apenas 4 meses de vida (e apenas 2 de divulgação), o blog está recebendo seu segundo selo.



selos são uma espécie de premiação que você recebe de outros blogueiros que admiram seu trabalho, além, é claro, que também é uma espécie de divulgação dos blogs.

Mais uma vez recebi o selo da minha amiga Mônica, dona do blog Rede Nacional.

Mas vieram duas indicações do mesmo selo de uma vez.

Além da Mônica, recebi o selo da Letícia, dona do blog Nova Alexandria.


Fico muito grato pelas indicações, isso é mais uma mostra do reconhecimento, do retorno do trabalho no blog, que vem crescendo a cada dia, graças a quem vem aqui, lê, comenta, segue e acompanha minhas postagens.

Muito obrigado mesmo.


Vendo nos dois blogs, as regras são:


- Colocar o logo no seu blog ou no seu post;
- Passar o prêmio para outros 6 blogs;
- Incluir o link dos indicados no post;
- Informar os indicados sobre o prêmio, deixando comentários em seus blogs;
- E, finalmente, compartilhar o link com as pessoas de quem você recebeu esse prêmio.


Portanto, meus 6 blogs indicados são:

Espero que seja o segundo selo de muitos ainda. Obrigado a todos os leitores do blog.

COMO SERÁ MEU FIM? Parte 4


A quarta de sete partes da história de Alexandre. Boa leitura.



Último trecho da parte anterior:


"Toda a admiração que ele tinha se acabou e ele não aguentava sequer olhar para o rosto dela, gemendo de prazer. Ele sai correndo, com a certeza de que nunca mais iria voltar para aquela casa e nunca mais iria retornar a ver Camila."



PS: Imagens meramente ilustrativas.


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Ele estava cansado de tanta decepção, então fala que iria mudar. Estava determinado quanto a isso. E foi procurar um emprego. Contudo, sempre que se oferecia a ocupar algum cargo, era rejeitado, pela pouca idade e pelas roupas pobres e sujas. Acabou conseguindo ser ajudante de pedreiro e recebia R$3,50 à hora, trabalhando 10 horas por dia. Era o dinheiro apenas para comprar sua comida, e ele dormia perto de onde trabalhava, até para não se atrasar. Ele comia rápido, então aproveitava os poucos minutos diários que tinha para ler um livro que havia comprado em um “sebo” pela cidade.
Um dia, um empresário que estava checando as obras do prédio que Alexandre estava ajudando a construir, vê o menino lendo o livro e fala com o supervisor da obra sobre isso. O supervisor, furioso, grita com o menino, o mandando voltar ao trabalho. Alexandre guardou o livro cuidadosamente e voltou a trabalhar. O empresário, curioso com a situação, pergunta ao menino se ele sabia ler. Ele responde que sim, e que adorava, por sinal. Ele pediu para que parasse ali e lesse uma parte do livro. Alexandre lê com perfeição cerca de duas páginas. O empresário, então, surpreso com a capacidade de leitura de um menino como aquele, diz que ali não era seu lugar e que o levaria para a escola. O garoto agradece, mas diz que gostaria de crescer na vida com seu próprio suor. O empresário não aceitava um “não” como resposta e insistiu, fazendo com que Alexandre acabasse aceitando.
Ele foi levado para a casa do empresário, onde recebeu comida, roupas de marca e uma vaga em uma escola particular. Levou muitos anos estudando, e apesar de sua qualidade de vida ter melhorado bastante, ele continuava sem sentir o amor que nunca teve de ninguém. Vivia da piedade do empresário, que muitas vezes, estressado com o trabalho dizia que não valia a pena todo o esforço que fazia para Alexandre ter um futuro. Ele reprimia isso, afinal, se fosse embora, teria perdido tudo aquilo e novamente não teria expectativas de vida. Depois de anos de estudo, ele fez o vestibular para letras em uma das melhores faculdades públicas do estado e conseguiu passar. Fez durante três anos e nesse meio período namorou duas garotas, mas ainda assim nunca se sentiu amado de fato.
Após se formar, com 25 anos, começou a carreira de escritor. Criou o livro “A depressão que me consome” e foi um sucesso. Milhares de vendas e muito dinheiro. Alexandre se tornou independente. Comprou uma casa e continuou sua carreira, e a cada livro novo vendendo mais do que o anterior. Às vezes, ele fazia continuações de antigos livros onde o protagonista morria, mas algum coadjuvante tinha um final feliz. Então, Alexandre continuava a história do antigo coadjuvante e agora novo protagonista, onde seu final também terminava de forma ruim. Ele nunca viu o lado belo da vida, o olhar para frente e continuar sonhando.




Continua...

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